quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Eles dizem que nós garotas ...
Postado por Juliana Matos. às 14:58Eles dizem que nós garotas, somos como músicas bonitas ..
Somos como canções inesquecíveis!
Você nunca pensou em mim como uma melodia que você gosta...?
- Fala de Lucy para Schroeder, no episódio
"Lucy ama Schroeder"
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sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Às vezes ..
Postado por Juliana Matos. às 21:45Às vezes eu fico um pouco solitária, e você nunca está por perto.
Às vezes eu me sinto um pouco cansada de ouvir o som das minhas próprias lágrimas.
Às vezes eu me sinto um pouco aterrorizada, quando não tenho ninguém pra contar.
Às vezes eu me sinto um pouco sufocada, sem ter como e com quem desabafar.
De vez em quando eu preciso de ajuda e me deito como criança sem seus braços.
Às vezes sinto um pouco de raiva e sei que tenho que sair e chorar.
E eu preciso de você essa noite. E eu preciso de você mais do que nunca.
E se você simplesmente me abraçar forte, nós ficaremos abraçados para sempre
E estaremos somente fazendo o certo, porque nunca estaremos errados.
Juntos nós poderemos levar isso até o limite.
Seu amor é como uma sombra sobre mim o tempo todo
Eu não sei o que fazer, pois eu estou sempre no escuro.
( ... )
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sábado, 18 de setembro de 2010
I can't feel my senses . . .
Postado por Juliana Matos. às 12:06Estou morrendo de vontade de recuperar o meu fôlego. Eu perdi toda minha confiança, embora eu certamente tenha tentado dar a volta. Por que será que eu nunca aprendo!? Será que ele ainda pode ver o meu coração? Eu não consigo sentir os meus sentidos. Como ele consegue me deixar tão alterada apenas com um olhar? As vezes tento não transparecer nada, mas parece que ele conhece todas as minhas expressões. Como ele consegue deixar o seu perfume impregnado na minha camisa? Como ele consegue, com um só toque, me arrebatar de mim mesma, e viver pra ele? Como ele consegue fazer com que ele seja meu primeiro e último pensamento do dia? O modo como ele consegue me deixar "caídinha" por ele, meio que me irrita. Os sentimentos que eu tive naquela época, só aumentaram os sentimentos que eu tenho hoje. Será que esses sentimentos algum dia se achegarão a ele?
Juliana de Alencar.
Texto dedicado à Ingrid Rodrigues ~ *-*
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
' Tempestades podem surgir ..
Postado por Juliana Matos. às 17:44Tempestades podem surgir e estrelas colidirem, mas eu te amarei até o dia da minha morte. Se tivesse que morrer neste exato momento não temeria, pois nunca conheci plenitude como estar ao seu lado, sentindo seu calor, amando cada sussurro seu...Pra que viver a vida de sonho em sonho?
The greatest thing you'll ever learn,
is just to love and be loved in return.
Moulin Rouge
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quarta-feira, 15 de setembro de 2010
At least I'm with you ..
Postado por Juliana Matos. às 20:29Jack: Rose! You're so stupid. Why did you do that, huh?
Rose: You jump, I jump, right?
Jack: Right.
Rose: Oh God! I couldn't go. I couldn't go, Jack.
Jack: It's all right. We'll think of something.
Rose: At least I'm with you.
Titanic.
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i don't wanna miss a thing ..
Postado por Juliana Matos. às 20:19Porque mesmo quando eu sonho com você.
O sonho mais doce nunca seria o suficiente.
E eu ainda sentiria a sua falta, e eu não quero perder nada
Repousando perto de você, e sentindo o seu coração bater,
E imaginando o que você está sonhando.
Se sou eu quem você está vendo,
Então eu beijo seus olhos e agradeço a Deus por estarmos juntos,
Eu só quero ficar com você. . .
Neste momento para sempre, sempre e sempre
Não quero perder um sorriso. Não quero perder um beijo
Eu só quero ficar com você. Bem aqui com você, apenas assim
Eu só quero te abraçar forte. Sentir seu coração tão perto do meu
E só ficar aqui neste momento. Por todo o resto dos tempos ..
( Aerosmith - i don't wanna miss a thing )
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sábado, 11 de setembro de 2010
Não pode chover o tempo todo ..
Postado por Juliana Matos. às 09:57.. O céu não pode cair para sempre. E embora a noite pareça longa, suas lágrimas não podem cair eternamente. ''
Eram estas palavras que Sophia lembrava-se todas as vezes que passava por aquela praça. Bem sabia que isto lhe fazia mal, já que a cada momento, a cada lugar, a cada cheiro ou qualquer som, lembrava-se dele. Mas parece que esta não queria livrar-se desses sentimentos obscuros, já que só fazia coisas que pudessem lembrar-se de seu amado. Sentia-se cansada e adormecida em um oceano profundo. Ela não queria chorar, mas naquele momento permitiu que chorasse e dissesse que o amava. Bem sabia que não ganharia nada com isso. Havia feito uma promessa pra ela mesma, de que não choraria por ninguém. Mesmo que isso lhe partisse o coração. Mas ela o amava. E Deus sabe que queria odiá-lo. Mas como poderia odiá-lo tanto, se ainda não o amasse? Havia vivido cada momento especial ao lado dele, ao qual não vivera com nenhuma outra pessoa. Fechara os olhos lentamente, sentindo uma suave brisa beijar o seu rosto fazendo com que seus cabelos ruivos dançassem com o passar deste. A ausência dele a matava. Aos poucos, ela sentia que estava caindo em um buraco negro. Um buraco negro, ao qual somente ele poderia tirá-la de lá. Mas ele não iria. E ela sabia disso. Só quem poderia fazer isso era ela mesma. Uma lágrima cristalina deslizava sobre o seu rosto pálido. Até quando ela iria continuar a pensar nele? Até quando ela iria viver na escuridão, sem ao menos uma luz para guiá-la até o seu caminho? Sentia-se perdida, já que o seu farol já não estava mais ali, e, na ausência da luz, o que prevalece é a escuridão, não é mesmo? Sentia que não teria forças para se erguer do chão. Como ele teve coragem de fazer isso com ela? Apesar dele ter ido embora, havia deixado uma parte dele dentro dela. Isso a entristecia. Cada vez que olhasse para aquela criança, iria se lembrar dele. E ela não queria isso. Apesar de ama-lo. Sempre fora decidida. Sempre conseguira controlar os seus sentimentos, mas e agora? Por que se sentia tão frágil? Seus amigos não a entendiam. Por que houvera de entender? Ninguém havia passado pelo o que ela passou, ou melhor, pelo o que ela está passando. Ninguém, na realidade, se importava com os seus sentimentos. Um bando de hipócritas! Pensava. Sophia estava decidida naquela noite, antes de ele ir embora, a lhe dizer que estava grávida. Porém, não teve oportunidade. E nunca terá. Se tivesse tido oportunidade, teria pedido para ele ficar em casa naquela noite. Se tivesse previsto de que ele a deixaria, teria lhe implorado para não entrar naquele carro. SE soubesse. Em parte, a culpa era sua. Bem sabia.
Colocou sua mão direita no bolso de seu sobretudo, tirando uma rosa vermelha. Levou-a até os seus lábios rosados, plantando um suave beijo ali. Caminhou lentamente até o banco da praça, aonde o conhecera. Tinha boas lembranças daquele Lugar. Colocou a rosa em cima do banco, fitando - a por uns instantes. Era como se naquele momento, ela sentisse a sua presença. Como se ele estivesse sentado naquele banco. Por um momento, esboçou um suave sorriso, porém tristes dentre os lábios, proferindo os seguintes dizeres:
- Embora você não esteja mais aqui .. O meu amor e os meus desejos permanecem inalterados. Eu sempre me lembrarei de você. Como uma criança pobre, que não esquece do seu primeiro brinquedo. Brinquedo este ao qual ela almejou tanto para ganhar. Você será o meu eterno amor .. E eu, eu serei eternamente sua ..
Descanse em paz ... Meu amor. ♥
.. Darling, you know I will love you 'til the end of time ..
Juliana de Alencar.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Tu tornas - te um eu . .
Postado por Juliana Matos. às 20:36" Já entrei contigo em comunicação tão forte que deixei de existir sendo. Tu tornas-te um eu. É tão difícil falar e dizer coisas que nunca podem ser ditas. É tão silencioso. Como traduzir o silêncio do encontro real, entre nós dois ? Dificílimo contar: olhei pra você por uns instantes, tais momentos são meu segredo. Houve o que se chama de comunhão perfeita .. Eu chamo isso de estado agudo de felicidade."
Clarice Lispector.
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segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Coleção de corações
Postado por Juliana Matos. às 16:48' Fazia diversos joguinhos para colecionar corações, tenho todas as peças guardadas na memória. Antes eu poderia dizer que jogava para acariciar meu ego, mas hoje sei que não se tem ego com tantas e tantas rachaduras no peito. Eu achava divertido jogar, as coleções me serviam de escudo, eu brincava, pulava, pintava e bordava, sem nenhum arranhão no fim, sem sofrer quedas. Porém, não gostava de jogar com quem verdadeiramente me importava; era contra as regras. Eu correria grandes riscos de esquecer-me do objetivo do jogo e quebrar a regra principal, que era não cair; não me arranhar. Quando apareciam pessoas assim, eu apertava “pause” no meu jogo. Por mais jogadora que fosse, queria viver de verdade; sentir. Tentava até certo ponto, mas depois via que era mais viável continuar a jogar. “Start” para mim mais uma vez.
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domingo, 22 de agosto de 2010
Sabe as coisas mais simples?
Postado por Juliana Matos. às 07:48como tomar banho de chuva, um abraço apertado, uma amizade verdadeira, um olhar diferente, palavras sinceras, olhar pro céu, contar as estrelas, um sorriso, andar de mãos dadas, um amor verdadeiro... Então, é NISSO que eu reparo, e é DISSO que eu gosto! :)
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
" Inicio
Postado por Juliana Matos. às 07:39
Sejam bem vindos a existência de um mundo estranho,
com coisas estranhas, e com pessoas que o tormam a cada dia
mais estranho.
Neste nosso mundo de histórias e estórias.
Que enriquecem ou empodrecem, neste nosso planeta
de pessoas que constroem e destroem.
De pessoas que amam , que não amam, que finge que amam
ou que não sabem amar.
Porque correr atrás de um amor nunca é em vão.
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